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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

BONS CONSELHOS

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                           BONS CONSELHOS

1-Os grandes amores e enganos comportam um grande risco

2-Se perderes, não percas a lição.

3-Aplica a regra dos “3 erres”:

- Respeita-te a ti mesmo.

- Respeita os outros.

- Responsabiliza-te pelas tuas ações.

 4-Recorda que, às vezes, não conseguir o que queres é um maravilhoso golpe de sorte.

5-Aprende as regras para que saibas usá-las quando convenha.

6-Não permitas que uma pequena discussão afete uma grande relação.

7-Quando descobrires que cometeste um erro, toma imediatamente as medidas necessárias para corrigi-lo.

8-Passa algum tempo sozinho todos os dias.

9-Abre os teus braços à mudança, mas não abandones os teus valores.

10-Recorda que, às vezes, o silêncio é a melhor resposta.

11-Vive uma vida honrada.

12-Depois, quando fores mais velho e olhares para trás, serás capaz de desfrutá-lo de novo.

13-Um ambiente de amor no teu lar, será a base para a tua vida.

14-Quando não estiveres de acordo com os teus seres queridos, preocupa-te unicamente com a situação atual. Não faças referências a anteriores disputas.

15-Compartilha os teus conhecimentos. É a forma de conseguires a imortalidade.

16-Sê bom para com a Mãe Terra.

17-Uma vez por ano, visita um lugar a que nunca tenhas ido antes.

18-Recorda que a melhor relação é aquela em que o amor mútuo é maior do que a necessidade mútua.

19-Julga o teu êxito em função do que ou a que renunciaste para o conseguir.

20-Ama e trabalha com absoluto empenho.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

ANO DA FÉ E ORAÇÃO


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A ORAÇÃO COMUNITÁRIA

A fé cristã, não é apenas um acreditar em ideias, em doutrinas. A fé cristã é um relacionamento pessoal com cada uma das pessoas divinas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Cristo é o nosso Salvador e Libertador.
 
Por isso, se quisermos ser salvos, temos de conhecer,
 
amar, seguir e imitar a Jesus Cristo, o Homem Novo,
 
obediente a Deus.

A fé de muitos cristãos é uma realidade estática, parada,
 
inerte, sem vida, sem convicção, sem efeitos práticos.

É como uma semente guardada que nunca é lançada à
 
terra para produzir frutos.

A fé cristã deve ser uma realidade dinâmica, ativa que
 
transforma a vida da pessoa no sentido de uma maior
 
vida espiritual, mais vida interior, mais vida
 
sobrenatural, mais vida de oração, mais vida
 
sacramental, dando bons frutos que são as boas obras.

A religião autêntica implica duas realidades: fé e obras.
 
Obras religiosas de oração, de devoção e obras de
 
caridade de fazer bem aos outros. Só inseridos numa
 
Comunidade é que vivemos a sério a nossa fé.

Na Comunidade paroquial, a nossa fé manifesta-se na
 
oração e a prática religiosa torna-se mais fervorosa.

É preciso rezar com fervor, com ardor, com intensidade,
 
com paixão, com amor.

Precisamos de aprender a louvar, a bendizer e a agradecer a Deus por tudo.
 
Precisamos de nos esquecermos de nós na oração e nos concentrarmos só em Deus, pois tudo nos vem d’Ele.

Hoje muita gente não sabe louvar a Deus na sua oração.
 
Pede-se muito a Deus; agradece-se pouco, não se adora a
 
Deus e também não O louvamos.

Adorar a Deus que é Vida, Amor, Felicidade, Salvação.
 
Deus é DOM, DOAÇÃO, DÁDIVA.

Precisamos de conhecer melhor a pessoa de Jesus Cristo,
 
Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus.

Precisamos de saber apreciar mais e melhor a Eucaristia,
 
os Sacramentos e a vida da Igreja.

Cristo salva-nos, ajuda-nos, dá-se a conhecer servindo-se
 
da Igreja que é nossa Mãe e mestra.

sábado, 17 de novembro de 2012

FÉ EM DEUS PAI

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     ANO DA FÉ

      Deus está morto, dizia um filósofo.
E alguém acrescentou.
Deus está morto, porque o pai, na ordem natural está morto.
     Normalmente, sem as experiências naturais mais profundas da criança para com o pai, verdadeiro ou substituto, é extremamente difícil uma experiência e verdadeira imagem sobrenatural do Pai.
Porque vivemos num tempo sem pai (porque os pais não cumprem os seus deveres), vivemos num tempo sem Deus.
O pai terreno, natural, devia ser uma transparência do Pai. A paternidade terrena deve transparecer a paternidade divina. A criança deve gravitar em volta do pai e não apenas à volta da mãe.
Cada um devia perguntar: na minha vida, como é que o meu pai se encontrou comigo? Que tenho para lhe agradecer? Quanto fez ele por mim?
E se ele já está na eternidade, lembro-me dele? Rezo por ele? Sinto-me agradecido por tudo o que ele fez por mim: deu-me a vida, cuidou de mim pela saúde, pela formação, pela dedicação, por tudo o que ele me fez?
Esta atitude para com o pai da terra, pode ajudar-me a agradecer ao Pai do Céu, rezar a Deus como Pai, falar com Deus como Pai. Sentir-se filho de Deus e relacionar-se com ele na oração e sacramentos.
Importância do pai na questão da autoridade. Paternidade como autoridade.
Há uma autoridade interior e exterior. A autoridade exterior tem de partir da autoridade interior.
O pai, juntamente com a mãe, é criador de vida, autor da vida. Na educação tem de usar a pedagogia do amor. A autoridade interior do educador deve vir pelo poder do amor e não pelo amor do poder.
A autoridade paterna recebe a sua força interior e o seu peso da força criadora do amor paterno, da sabedoria paterna e do cuidado paterno.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

FUNERAL DE MINHA MÃE

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FUNERAL DE MINHA MÃE
 
    Minha mãe, Ilda de Sousa, adormeceu ontem para sempre no Senhor. Eram 14H00. Tinha 86 anos e meio.
    Tive a graça de estar com ela no momento da sua passagem deste mundo para o Pai.
    Minha mão estava agarrada à sua.
    Deu-me 3 abraços.
   Esperou para se despedir de mim e partiu para os braços do Pai, uma hora depois de eu chegar.
    O Senhor concedeu-me a graça que Lhe pedi.
    Muito obrigado, Senhor.
    Louvado seja o Senhor.
 
Nas memórias que fizemos escrevemos:
 
"Senhor, seus olhos se fecharam,
              para poderem ver o Teus.
Seus ouvidos se fecharam,
              para poderem ouvir a Tua voz.
Su boca se fechou,
             para Te poder louvar no Céu.
Seu coração parou,
            para Te poder amar eternamente no Paraíso.
Muito obrigado, Senhor".
 
 

sábado, 10 de novembro de 2012

ANO DA FÉ- LOGOTIPO


Temos aqui o logotipo do ANO DA FÉ.
Explicação:
Barca- Representa a Igreja
Onda- Debaixo da barca represneta as dificuldades do mar da vida
Mastro- Cruz de Cristo. Trigrama de Cristo. JHS
Sol- Representa a Eucaristia.

    A Igreja sempre foi comparada a uma barca onde nós vamos. Fundada por Jesus Cristo antes da Sua morte, a Igreja, Povo de Deus reunido na fé,  tem a sua apresentação pública no dia de Pentecostes, 50 dias depois da Páscoa quando o Espírito Santo "empurra" os apóstolos para o começo da evangelização, para o testemunho de Jesus Cristo.
    Cristo vai connosco. Nunca nos abandona, mesmo que não O sintamos presente.
    A vela que é Cristo, é soprada pelo vento do Espírito Santo. É o Espírito Santo que "empurra" a Igreja para continuar a atualizar hoje a salvação trazida por Jesus e a espalhar a boa nova da salvação.
    O Trigrama de Cristo -JHS- pode ter várias interpretações ou significados: pode ser apenas o nome de Jesus; pode ser: Jesus Homem Salvador; pode ser Jesus Hóstia Sagrada.
A Eucaristia é o sol que ilumina e faz a Igreja viver da fé na presença real de Jesus Cristo na Hóstia consagrada.
    Que vais fazer meu irmão e minha irmã, para teres mais fé neste ano da fé?
    Que vais fazer meu irmão, minha irmã, para melhores conheceres, celebrar e viver a tua fé?
 
 

SER FILHO(A) DE DEUS

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A MARAVILHA DO BATISMO


O Filho de Deus era grande e fez-se pequeno. Fez-se homem e um dia fez-se ainda mais pequenino: fez-se pão para nos alimentar.
Jesus fez-se muito pequenino para poder vir a ti e a mim.
COMUNGAR é receber a Jesus vivo, embora escondido na hóstia consagrada.

O Senhor Jesus, antes de ir para o Céu foi tão nosso amigo que quis ficar inteirinho no pão consagrado para ser alimento da nossa vida espiritual de cristãos.

1. Tudo começou no BAPTISMO que é o primeiro sacramento que nós recebemos.

Em pequenino fomos batizados na Igreja Católica e isso fez em ti muitas coisas:

1.1. Fez-te FILHO (A) ADOTIVO (A) DE DEUS, sem deixares de seres filho dos teus paizinhos.

1.2. Ficaste a pertencer à Família de Deus que se chama a Igreja Católica. MEMBRO DA IGREJA CATÓLICA.

Isto é uma honra muito grande, mas traz-nos certas exigências, de harmonia com essa dignidade. Foste baptizado em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

1.3. Pelo teu batismo ficaste a ser um CRISTÃO (seguidor e imitador de Jesus Cristo). Ser cristão católico é uma grande felicidade. Ser cristão é ser outro "Cristo" na terra. 

1.4. O Cristão passa a ser TEMPLO, habitação da Santíssima Trindade. Deus mora em nós, como mora na igreja de pedra.

O cristão tem um sinal próprio: O SINAL DA CRUZ. Deve ser sempre bem feito:

 Cruz(+) Na TESTA para que Deus te dê boas ideias, bons pensamentos. Para que a tua inteligência compreenda um pouco as verdades da fé.

+ Na BOCA para saberes falar sempre com educação, palavras bonitas, verdadeiras. Sabendo comer como deve ser sem abusar nem da comida nem da bebida. Para proclamarmos a fé cristã aos outros em palavras e obras.

+ No PEITO para teres bom coração, bons sentimentos. Para termos os mesmos sentimentos de Jesus.

+ No tronco para saberes usar sempre os dons de Deus.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

A PALAVRA QUE LEVA AO SILÊNCIO

 
 
 
A PALAVRA QUE LEVA AO SILÊNCIO
(John Main, ed Pedra Angular, 2012)
 
PREFÁCIO
A beleza da vida cristã é a sua visão da unidade. Cristo veio trazer a unidade e a unificação das coisas e pessoas com O Pai. Somos chamados a ser UNIÃO. Só na união sabemos plenamente o que somos.
     A tarefa central da nossa vida, na visão cristã, é chegar à união, à comunhão dentro de nós, com a criação, com os outros e com Deus.
    Mas antes de fazermos união com o exterior (coisas e pessoas), temos de fazer a união dentro de nós, sermos um só ser, um todo unido.
    A experiência desta união só pode ser feita pelo amor e o amor estende-se, difunde-se, partilha-se para alargar o reino da sua própria comunhão.
    O grande apelo hoje a ser feito aos cristãos ocidentais é o apelo à oração, à oração profunda, à oração do coração e não apenas a oração da mente, ou da boca.
É a oração profunda que nos pode conduzir à unidade e à unificação interior, uma experiência que precisamos de fazer dentro do nosso coração.
Cristo será a paz entre nós, quando Cristo for, primeiro, a paz em nós, quando Cristo for tudo e estiver em todos.
A oração deve ser uma fé absoluta no poder de Cristo em nós como união em nós e união entre todos os seres humanos.
Como cristãos, homens e mulheres de oração, precisamos de abrir o nosso coração a este poder para encontrar a paz, primeiro em nós e, depois, a paz com os outros.
Os cristãos devem orar. Esta ideia é antiga e é fundamental na vida cristã. O que nos é pedido é uma oração, profunda que nos encaminhará para a experiência de união, longe das distrações superficiais.
A que nível oramos (superficial ou profundo? Como é que nos concentramos? Como é a nossa oração?
S. Paulo diz que “não sabemos como devemos rezar, mas o Espírito ora em nós”.
Jesus rezava na comunhão do Espírito Santo e numa união íntima e total com o Pai. O segredo é este Cristo em nós.
A nossa consciência deve estar unificada por Cristo e pelo Esp Santo na maravilha da nossa própria criação. Não nos centrarmos em nós mesmos, mas em Cristo e no Seu Espírito.

sábado, 3 de novembro de 2012

REZAR A DEUS. ACABAR AS GUERRAS

 
 
Se toda a gente rezasse a Deus, as guerras poderiam acabar?
    Claro! Se toda a gente rezasse, quem é que iria fazer a guerra?
    Com efeito, é impossível rezar verdadeiramente a Deus e guerrear o próximo ao mesmo tempo.
Jesus ensinou-nos a dizer a Deus: «Venha a nós o vosso Reino». O Reino de Deus é a paz entre todos os homens. Quando formos todos capazes de dizer sinceramente a Deus «Pai Nosso, venha a nós o vosso Reino», deixará, portanto, de haver guerras.
Mas, infelizmente, as nossas orações são, por vezes, muito interesseiras e, portanto, não são verdadeiras orações. Dizemos «venha a nós o vosso Reino» e pensamos «que se realizem os meus sonhos egoístas».
A religião cristã diz-nos que há um só Deus e Pai para todos os homens. É a isso que se chama «monoteísmo». E é impossível rezar a esse Deus para ganhar uma guerra. Isso seria pedir-Lhe que tomasse partido a favor de um povo contra outro. Infelizmente, ao longo da história, os homens quiseram usar Deus para justificar a guerra.
Na Segunda Guerra Mundial, os soldados alemães tinham escrita no cinturão a expressão Gott mit us («Deus connosco»). Esse Deus posto ao serviço das nossas batalhas não existe. É apenas um pretexto, que faz contudo muitos estragos. É uma mentira que chega a todas as religiões e, de cada vez que ela acontece, é a imagem de Deus que fica desfigurada.
Rezar é ter pensamentos de amor por Deus e por todos os homens. São João escreveu numa carta aos cristãos que «se alguém disser: “Eu amo a Deus”, mas odiar o seu irmão é mentiroso» (João 4, 20).

terça-feira, 30 de outubro de 2012

JESUS NO SACRÁRIO


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MILHÕES DE SACRÁRIOS


Milhões de sacrários espalhados pelo mundo...

Tabernáculos do divino,

Tesouros preciosos, Fontes de Vida e Amor,

Presenças sublimes de Deus,

Tendas do encontro com o Senhor.

Humilde silêncio da Palavra,

Pobreza grandiosa do Rei Eterno,

Despojamento do Omnipotente,

Disponibilidade total do Amigo,

Escuta atenta do divino confidente,

Lição eloquente de dávida plena,

aprendizagem constante de amor,

Local de adoração e louvor,

Luz que atrai e seduz,

Convite intenso ao diálogo,

Pão do Céu sempre preparado,

Coração aberto em Eucaristia.

Tu, Senhor, o Deus feito Homem em milhões

de sacrários espalhados pelo mundo.

 

sábado, 27 de outubro de 2012

ANO DA FÉ

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SABER QUE SOMOS AMADOS


    Ter fé é descobrir que SOMOS AMADOS por Deus Pai.
    Os cristãos católicos professam que acreditam em Deus Pai. Nosso Pai.
    Mas será que os católicos estão mesmo convencidos disto?
    E se Deus é Pai de todos, todos somos irmãos?
    Será que também estamos convencidos desta verdade?
    Na prática vivemos como filhos de Deus e como irmãos uns dos outros.
    Será que acreditamos mesmo que Deus nos ama como o melhor dos pais e a melhor das mães?
    Onde está a fé, o calor, o entusiasmo, a paixão, o amor, a alegria de sermos filhos e Deus Pai?
    Ou será quer vivemos de tal modo acomodados que já não vibramos, nem nos entusiasmamos por esta verdade: Deus é nosso Pai que nos ama.
    Eu sou amado(a) por Deus Pai.
Será que já descobri esta verdade não só com a cabeça, mas com o coração: eu sou amado(a) por Deus?
    Será que já descobri o tesouro da minha fé?
    O homem sem Deus Pai é... NADA.
    Muitos homens e mulheres de hoje vivem sem Deus. Limitam-se a acreditar na ciência, na técnica, em si mesmo como um pequeno deus que adora e segue...
    Deus interessa-se por cada pessoa individual.
    Deus ama cada um em particular.
    Mas cada um é livre em aceitar este Deus Pai e o Seu amor, ou fechar o seu coração e com isso sentir-se só, abandonado, perdido, sem rumo, sem direção na vida.
Pela fé eu digo: " Pai, tenho confiança no Vosso amor por mim. Eu acredito que sou amado(a) por Deus Pai e Mãe".
   Esta fé pessoal e comunitária (eclesial) é fonte de alegria, uma alegria que o mundo não pode dar, nem pode tirar.
 
 
 
 
 
 
 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A PORTA DA FÉ... RESUMO

 
A PORTA DA FÉ... RESUMO
 
A renovação da Igreja realiza-se também pelo testemunho prestado pela vida dos crentes.
A nossa vida deve fazer brilhar a Palavra de Deus que o Senhor Jesus nos deixou.
O ANO DA FÉ deve contribuir para uma autêntica conversão ao Senhor, Único Salvador do mundo.
Em Jesus Cristo, Deus revelou plenamente o Amor que salva e chama os Homens à conversão de vida por meio da remissão dos pecados.
Este amor introduz os Homens numa vida nova.
Esta vida nova devia purificar e transformar os pensamentos, os afetos, a mentalidade e o comportamento do Homem.
A fé que atua pelo amor, torna-se um novo critério de entendimento e de ação, que muda a vida do Homem.
 
7. O amor de Cristo nos impele.
Ele enche o nosso coração e nos impele a evangelizar, enviando-nos aos outros para proclamar o Evangelho a todos os povos.
Com o Seu amor, Jesus Cristo atrai os homens a si, nos convoca, nos reúne na Sua Igreja para realizar uma nova evangelização, para descobrir de novo a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé.
A fé cresce na medida em que se transmite Aos outros (ser missionário, ser apóstolo).
A fé deve ser vivida por cada um como um amor recebido de Deus e deve ser testemunhada como uma experiência de graça e de alegria.
A fé cresce e torna-se mais forte na medida em que a pessoa acredita e a testemunha com a própria vida. A fé tem de fazer de nós apóstolos.
“Quem não é apóstolo (testemunho da fé), está prestes a se tornar apóstata (traidor da fé)…”.
A fé não se pode guardar, tem de se transmitir…
A FÉ OU SE APEGA, OU SE APAGA
 

sábado, 20 de outubro de 2012

PERGUNTAS SOBRE DEUS

 
Porque é que Deus não curou o meu avô?
     É muito triste ver partir (morrer) uma pessoa de quem gostamos muito e que também gosta muito de nós.
     Às vezes, temos vontade de nos revoltarmos.
    Mas a morte faz parte da vida. Se acreditas em Deus, sabes que Ele recebeu o teu avô no seu Reino com todo o amor que ele semeou aqui na Terra.
    E lá, como diz o último livro da Bíblia, já não há morte (Apocalipse 21, 4). Portanto, há um dia em que precisamos de deixar partir aqueles que amamos.
«Mas Jesus curou doentes», dirás tu. Sim, mas não todos. No Evangelho, há alguns milagres, mas essas pessoas que foram curadas também morreram um dia.
Jesus quis dar um sinal com essas curas: o de que Deus não é a favor da morte e da doença, mas sim da vida. Um dia, compreenderemos melhor isto e deixaremos de precisar de fazer perguntas…
O teu avô não foi curado. Mas eu acredito que a tua oração não se perde – ela acompanha-o junto de Deus, que o recebe no seu Reino. E voltarás a encontrar-te com ele lá.

sábado, 13 de outubro de 2012

ANO DA FÉ- PORTA DA FÉ


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PORTA DA FÉ – ANO DA FÉ
 
Ano da fé- 11 Out de 2012 a 24 Nov de 2013).
 

1. A porta da fé que introduz a pessoa na vida de      
    Comunhão com Deus e permite a entrada na Sua
    Igreja, está sempre aberta para nós.

    Nós entramos por esta porta da fé quando
    escutamos a Palavra de Deus e o coração aceita
   esta Palavra e se deixa transformar por ela.

    Trata-se de um caminho, uma caminhada que dura   
a vida inteira. Este caminho tem início no batismo
  pelo qual nos podemos dirigir a Deus com o nome
    de Pai e ficará concluído esta caminhada
  quando passarmos através da morte para a vida
   eterna.

       A porta da morte permite a nossa passagem
    para a vida eterna fruto da morte e ressurreição
    de Jesus Cristo que, com o dom do Espírito Santo
    nos faz participar da Sua própria glória.

     Professar a fé na Santíssima Trindade – Pai,
    Filho, Espírito Santo – equivale a crer num só Deus
    que é Amor.

     O Pai que enviou o Seu Filho para a nossa
     salvação; Jesus Cristo que redimiu o mundo
     pelo Mistério da Sua morte e ressurreição;

     O Espírito Santo que guia a Igreja através dos
    séculos enquanto aguarda o regresso glorioso
     do Senhor.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

QUANDO EU REZO, DEUS NUNCA RESPONDE?

 
Quando eu rezo, Deus nunca responde?
    Sabes qual é a verdadeira resposta de Deus às nossas orações? É a sua presença, a sua amizade, o seu amor. Deus é como um amigo. Nem sempre nos pode dar aquilo que Lhe pedimos, quer porque isso não depende apenas d’Ele (como a guerra, porque é preciso que os homens tenham vontade de fazer a paz), quer porque isso não seria bom para nós (não Lhe peças, por exemplo, para ter uma boa nota sem estudar).
Muitas vezes, é nos momentos mais difíceis, quando as coisas não correm bem, que Lhe rezamos.   
Se não exigires d’Ele uma intervenção rápida e forte, se te mantiveres fiel à oração, descobrirás a pouco e pouco que Ele está presente, ao teu lado, e que te diz: «Não tenhas medo, estou contigo».
E podes responder-Lhe: «Senhor, não Te peço que acabes com a tempestade, mas ajuda-me, com a tua presença, a não perder a confiança».
Deus responde, sim, mas não da mesma maneira que nós. Ele serve-Se da oração para transformar o nosso coração e torna-lo cada vez mais parecido com o de Jesus.
Neste Ano da Fé, precisamos de entender bem quem é Deus: um Pai, um amigo, um irmão Invisível, mas realmente presente.
Não sa faz ouvir, nem ver, nem se deixa tocar como nós pensamos de forma material.
Pela Fé, nós vemos o Invisível; pela fé ouvimos Deus a responder e a encher-nos do Seu amor e da Sua paz.