.
“Porque será que temos fome e sede de infinito?…”
Virtudes que nos ligam a Deus
“Porque será que temos fome e sede de infinito?…”
Virtudes que nos ligam a Deus
A fé,
A esperança,
A caridade.
Estas virtudes são realidades sobrenaturais que nos são dadas desde o dia do nosso baptismo, e que se procura desenvolver por meio de uma educação mais exigente do que a de um desportista ou de um músico.
Estas virtudes que nos relacionam com Deus e nos fazem atingir a Deus, apenas se podem desenvolver sobre os fundamentos das virtudes humanas cardiais:
Estas virtudes que nos relacionam com Deus e nos fazem atingir a Deus, apenas se podem desenvolver sobre os fundamentos das virtudes humanas cardiais:
- Prudência,
- Justiça,
- Fortaleza
- Temperança.
A temperança põe ordem nos impulsos da natureza humana, muitas vezes desordenados que podem degenerar em todas as espécies de loucuras: idolatrias, conquista insaciável do poder, divinização da autoridade; ganância, violência, droga, deboches (abusos de álcool, sexo), etc.
A Revelação não é um salto sem o TOTALMENTE OUTRO, como hoje se gosta de chamar a Deus. Não é uma abstracção imaginária. Deus fê-la de modo humano.
A Revelação apresenta-se como uma história, na qual Deus se fez homem para dar um modelo humano adequado ao homem que Ele quer salvar.
A graça (divina) não é um complemento sobrenatural, como um chapéu sobre uma cabeça; é um convite a viver humilde e generosamente humano, é a sua realização e a transformação conatural. É a sua vocação, foi criado e chamado para isso.
Deveres e direitos do homem
A Revelação coloca o acento nos deveres do homem, pois eles precedem os seus direitos e são o seu fundamento. Hoje coloca-se o carro à frente dos bois: parte-se dos direitos do sujeito e desequilibra, desse modo, o homem e a sociedade, pois quanto menos as pessoas cumprem os seus deveres, menos vêm satisfeitos os seus direitos.
O primeiro direito é o direito à vida, mas este direito hoje não é reconhecido a milhões de vidas humanas destruídas no seio materno pelo aborto, pelas pílulas abortivas. Os pais, a família e a sociedade perderam demasiadas vezes o sentido do seu dever para com a vida: uma vida criada por Deus e por eles próprios.
O ser humano começa no momento da sua concepção. A morte pré-natal é um crime horrível que se procura esconder e os seus efeitos tanto no feto, como nas mães.
A sociedade de hoje rejeita constrangimentos morais, em nome da liberdade (ou libertinagem) e aceitam um número crescente de constrangimentos mecânicos, técnicos e sociais: ao trânsito, à velocidade, à segurança, à administração estatal. Aceitam-se as exigências sociais, culturais, económicas, mas não se aceitam as exigências de Deus, não se aceitam as exigências morais.
Pe. Albano Nogueira
A temperança põe ordem nos impulsos da natureza humana, muitas vezes desordenados que podem degenerar em todas as espécies de loucuras: idolatrias, conquista insaciável do poder, divinização da autoridade; ganância, violência, droga, deboches (abusos de álcool, sexo), etc.
A Revelação não é um salto sem o TOTALMENTE OUTRO, como hoje se gosta de chamar a Deus. Não é uma abstracção imaginária. Deus fê-la de modo humano.
A Revelação apresenta-se como uma história, na qual Deus se fez homem para dar um modelo humano adequado ao homem que Ele quer salvar.
A graça (divina) não é um complemento sobrenatural, como um chapéu sobre uma cabeça; é um convite a viver humilde e generosamente humano, é a sua realização e a transformação conatural. É a sua vocação, foi criado e chamado para isso.
Deveres e direitos do homem
A Revelação coloca o acento nos deveres do homem, pois eles precedem os seus direitos e são o seu fundamento. Hoje coloca-se o carro à frente dos bois: parte-se dos direitos do sujeito e desequilibra, desse modo, o homem e a sociedade, pois quanto menos as pessoas cumprem os seus deveres, menos vêm satisfeitos os seus direitos.
O primeiro direito é o direito à vida, mas este direito hoje não é reconhecido a milhões de vidas humanas destruídas no seio materno pelo aborto, pelas pílulas abortivas. Os pais, a família e a sociedade perderam demasiadas vezes o sentido do seu dever para com a vida: uma vida criada por Deus e por eles próprios.
O ser humano começa no momento da sua concepção. A morte pré-natal é um crime horrível que se procura esconder e os seus efeitos tanto no feto, como nas mães.
A sociedade de hoje rejeita constrangimentos morais, em nome da liberdade (ou libertinagem) e aceitam um número crescente de constrangimentos mecânicos, técnicos e sociais: ao trânsito, à velocidade, à segurança, à administração estatal. Aceitam-se as exigências sociais, culturais, económicas, mas não se aceitam as exigências de Deus, não se aceitam as exigências morais.
Pe. Albano Nogueira
Sem comentários:
Enviar um comentário