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sábado, 30 de março de 2013

PÁSCOA
=
PASSAGEM
 
 



Páscoa
 
- Vitória da vida e do amor de Deus manifestado em Jesus Cristo que morreu na Sexta feira Santa, mas que foi ressuscitado por Deus Pai no dia de Páscoa.
- Esperança da nossa própria ressurreição.
- Jesus Cristo, passou da morte para a vida gloriosa de Deus
- Renovação da natureza na primavera.
- Renovação da vida humana.
- Sentido novo para a vida dorida e sofrida e para a morte.
 
- "SÓ HÁ VIDA, ONDE HÁ MORTE...
    SÓ SABE VIVER AO JEITO DE CRISTO, QUEM SABE MORRER CADA DIA AO SEU EGOÍSMO, À SUA MALDADE, AOS SEUS CAPRICHOS..."
 
- Obrigado, Senhor Jesus pelo muito que sofreste por nosso amor e nos salvares pelo sangue derramado e pela vida entregue na cruz e retomada no dia de Páscoa.
 

segunda-feira, 25 de março de 2013

JESUS É A VIDA


 
 
"Eu sou a Vida", disse Jesus.
  Nesta Semana Santa, é preciso acreditar nestas palavras. Saboreá-las, interiorizá-las.
Com Deus a vida é bela!
É preciso anunciar esta verdade a tantos jovens que não têm ninguém que lhes diga esta verdade.
Eles procuram às escuras, tacteando, ferindo-se, ferindo os outros e matam o amor julgando encontrá-lo.
É preciso proclamar bem alto que com Deus a vida é bela...
Foi Ele que nos chamou à existência, à Vida, é Ele quem faz bater o nosso coração e faz procurar outro para bater ao mesmo ritmo.
 
É Deus quem nos chama a partilhar a vida com outra pessoa: um homem com uma mulher, a viver sem ter medo de arriscar, mesmo na tempestade, pois Ele vai connosco na mesma barca para nos ajudar.
E com Ele não podemos temer.
É preciso que todos compreendam que no amor humano brilha a infinita beleza de Deus e é o reflexo do Seu amor.
Na aventura humana tão bela, não se deve malbaratar o amor, manchá-lo e que amar é muito difícil, pois é uma grande batalha que se tem de travar contra o egoísmo, mas que cada uma tem força suficiente para a vencer.

quarta-feira, 20 de março de 2013

ANO DA FÉ, REFLEXÃO


 
      1.Meu Deus, eu creio…
Eu creio= Eu tenho fé, acredito, confio, entrego-me, abandono-me, como criança no colo dos pais.
Ato de fé profundo na existência e na presença de Deus.
Ato de fé em Deus como um ser pessoal.
Ato de fé de que Deus está dentro e fora de nós, à nossa volta e nos outros.
Ato de fé de que o nosso Deus é um Deus dos vivos, o Senhor da vida, da alegria, do amor e da festa.
Ato de fé na ação providente de Deus e boa do seu amor e do seu coração.
Ato de fé na generosidade e bondade de Deus.
Ato de fé na Sua infinita beleza, no seu encanto, no seu amor.
Fazer este ato de fé ajuda-nos a ser mais cristãos, a ter uma fé mais adulta, a viver uma fé mais amadurecida.
Ter fé, acreditar, é aderir a Deus que se revelou, que se deu a conhecer; ter fé é um “sim” da pessoa a Deus.
A fé a resposta da pessoa a Deus que se mostra, se dá a conhecer (embora de forma indireta).
Crer, acreditar, ter fé é aceitar o mistério de Deus Invisível, um Deus Criador, um Deus que é Amor e que nos ama pessoalmente.
Assim, a fé, é crer em pessoas, é um relacionamento entre as pessoas humanas e as pessoas divinas.
Claro que estas pessoas divinas têm uma mensagem a transmitir, mas mais importante é a relação com as pessoas divinas, especialmente pelo Mensageiro divino que é Cristo e que transforma a vida do crente.
Não se esqueça: A FÉ OU SE APEGA OU
 SE APAGA.

sábado, 16 de março de 2013

FORMA DE VIDA CRISTÃ


 
 
2-A FORMA DE VIDA CRISTÃ

-Parte do menos para o mais.
- Pode começar mal, mas acaba bem.
- Começa na privação, na renúncia e acaba na fartura.

- Vida onde existe o Jejum, a renúncia que encaminha a pessoa para o domínio de si mesmo e para a festa.

-Morte a si mesmo (a), aos seus caprichos, soberba, vaidades e que encaminha a pessoa para uma vida mais abundante.

-Árvore que se endireita, que se poda e que cresce direita e com frutos.

-Vida de prazeres moderados, sem vícios e que conduzem a um alegria de viver e a uma imensa e verdadeira liberdade interior.

-Construir sobre a rocha segura dos valores, das regras, dos princípios cristãos, morais e cívicosque leva, a um futuro com segurança firme.

-Vida com exigências, com esforço, com sacrifícios que conduz à profundidade e a uma vida mais qualificada, mais bela, mais digna.

-Vida que olha para os próprios deveres, sem esquecer os seus direitos.

-Vida espiritual que olha para o “ SER”, os bens espirituais (saber, ser, amar, rezar) que satisfazem o coração humano, sem esquecer o valor relativo dos bens materiais.
Ser bom, ser honesto, ser digno, ser justo, ser verdadeiro, ser generoso, ser trabalhador, ser filho e filha de Deus.

- Vida altruísta, de caridade, de amor aos outros, esquecendo-se de si para ajudar os outros- Voluntariado...

- Vida com um bom comportamento moral, com fé em Deus, com prática religiosa, inserido numa comunidade, com uma vida de oração diária
 
- Vida onde o verdadeiro e único modelo a imitar é Jesus Cristo a pessoa mais bela, mais bondosa e mais digna que existiu na face da terra.

- Vida com respeito por si mesmo, pelos outros e pelas coisas dos outros, pela natureza criada por Deus.

DUAS FILOSOFIAS DE VIDA


EXISTEM DUAS FORMAS DE VIVER
            OU DUAS FILOSOFIAS DE VIDA
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 1-UMA FORMA DE VIDA PAGÃ
- Parte do mais para o menos.
Tudo começa bem, mas acaba mal.
Primeiro goza, depois sofre.

- Vida que começa na festa, mas acaba na febre e na ressaca.

- Vida que se encaminha para a morte.

- Árvore na qual não se mexe, nem se poda e que cresce torta e sem frutos.

- Vida de prazeres, de excessos, de vícios e que conduzem a um vazio de viver, sem sentido e à perda ou diinuição da liberdade.

-Construir sobre a areia que leva, a uma derrocada no futuro.

- Vida de facilidades, sem exigência que conduz à mediocridade, sem regras, sem leis, sem esforço.

- Vida que só olha para os direitos e esquece os deveres.

- Vida materialista que só olha para o “ TER”, os bens materiais e que não satisfazem o coração humano (quanto mais tem, mais quer, ganância), esquecendo a dimensão espiritual de ligação a Deus na oração, na prática religiosa.

- Vida egoísta em que a pessoa só pensa em si, nos seus interesses e indiferente à sorte dos outros.

- Vida com pouca ou nenhuma moral, sem fé em Deus, sem prática religiosa, sem oração.

segunda-feira, 11 de março de 2013

CARTA AOS QUE PROCURAM A DEUS

 
As perguntas que nos unem
Procuremos lançar um olhar sobre o coração de todos, um olhar capaz de ver para além das aparências.
Constatamos assim a presença de uma atitude extensa de espera de qualquer coisa – ou de Alguém – a quem se possa confiar o próprio anseio de felicidade e de futuro, e que seja capaz de nos clarificar um sentido, que é o de tornar boa a nossa vida e digna de ser vivida.
O sonho de felicidade e de futuro é entendido de modos muito diversos e se manifesta com muitos nomes.
Escolheram interrogações que me parecem atravessar acontecimentos, pessoas, experiências de alegria e de limites.
Trata-se das perguntas que dizem respeito à nossa existência, ao nosso destino e ao sentido daquilo que somos e que fazemos.
(continua)
 

terça-feira, 5 de março de 2013

ANO DA FÉ, FORMAÇÃO


http://operfumededeus.blogspot,com

      A FÉ – É ADESÃO DE TODA A PESSOA  A DEUS QUE SE REVELA, SE “MOSTRA”, SE DÁ A CONHECER.

                  FÉ –É a resposta do homem ao chamamento de Deus a
           uma vida de relação com Ele.
                    Fé é a fonte de toda a vida cristã.

                  1.Fé é adesão= fé é aceitar, é um sim que a pessoa dá
                  a Deus: “sim creio”, “sim, acredito”, “sim, confio”,
                    “sim, espero, “sim, amo”.

                    “FÉ”- Implica confiança, segurança, adesão.

                   Esta adesão e confiança em Deus leva à conversão,
                    uma mudança naquele que crê.

                  Fé é aderir a Deus e a tudo o que Ele revela e ensina
                  em ordem à nossa salvação.

                    2.Adesão ou sim de toda a pessoa: adesão da

                   2.1.Inteligência: implica saber, conhecer Deus

                     2.2.Liberdade (ninguém me pode obrigar a acreditar).

                     2.3.Fé implica adesão da Vontade.

                       2.4.A fé implica afeto, adesão do coração.

                         Isto quer dizer que o ato de fé é um ato de amor:
                    amor às pessoas divinas e amor às pessoas humanas
                    que se reúnem para celebrar a mesma fé.

                   2.5. Adesão do Corpo (o corpo também reza…):
                   eu para mostrar a minha fé, tenho de me deslocar
                   e participar corporalmente na vida da Comunidade cristã.

                       Não se reza só com a boca ou com a mente (o pensamento).

                     Também se reza com o corpo e com o coração.

sexta-feira, 1 de março de 2013

SACRAMENTO DA RECONCILIAÇÃO

 
 
Bom dia, meu irmão, minha irmã.
 
Quaresma é tempo de receber o SACRAMENTO DA 
 
RECONCILIAÇÃO/ PENITÊNCIA/ CONFISSÃO.
 
    Três palavras para dizer a mesma realidade: o sacramento que nos reoncilia com Deus, com os outros, connosco mesmos.
    Reconciliar é ficar em paz com Deus, com os outros e connosco mesmos.
    A paz é uma necessidade interior para todas as pessoas.
Uma paz que vem de dentro e não de fora.
Paz que é Deus no nosso coração, na nossa alma para o unir.
Temos um coração dividido entre o bem e o mal.
Reconciliar é unir o coração à volta do Bem e o SUMO BEM, é DEUS.
 
A pessoa que se vai reconciliar (confessar) deve fazer o seguinte:
 
1- Exame de consciência. Pensar bem no mal que se fez em palavras, pensamentos, atos. Pensar no bem que se poderia ter feito e não se fez (pecado de omissão).
    Pensar nas faltas de amor a Deus; faltas de amor aos outros e nas faltas de amor a si mesmo(a).
 
2- Dor dos pecados. Arrependimento sincero e profundo. Reconhecer o mal, o pecado que se fez e estar arrependido disso.
 
3- Propósito firme de emenda. Fazer tudo para não pecar mais.
 Por exemplo, fugir das ocasiões próximas de pecado, fugir de certos lugares, de certos ambientes, certas opessoas, etc.
Rezar mais, ler mais a Palavra de Deus, participar mais na Eucaristia.
 
4- Confissão dos pecados ao sacerdote.
Não ter vergonha de dizer ao senhor padre os pecados cometidos. O sacerdote não está ali para julgar, nem condenar, mas está ali em vez de Jesus Cristo para acolher, perdoar, animar, encorajar a recomeçar de novo a luta contra o mal e o pecado.
  
5- Cumprir a penitência que o sacerdote disser e satisfazer ou compensar o mal que se fez. (Se roubei, devo restituir; se caluniei, devo dizer que errei e dizer a verdade).
    (Se estou zangado com alguém, devo fazer a paz com essa pessoa. Se falto à missa, vou procurar participar sempre na missa aos sábados ou domingos)...