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quarta-feira, 27 de maio de 2009

AO ESPÍRITO SANTO

albanosousanogueira@sapo.pt
http://operfumededeus.blogspot.com

Vem, criador Espírito de Deus,
Visita o coração dos teus fiéis
E com a graça do alto os purifica.

Paráclito do Pai, Consolador,
Sê para nós a fonte de água viva,
O fogo do amor e a unção celeste.

Nos sete dons que descem sobre o mundo,
Nas línguas que proclamam o evangelho,
Realiza a promessa de Deus Pai.

Ilumina, Senhor, a nossa mente,
Acende em nós a Tua caridade
Infunde em nosso peito a fortaleza.

Livra-nos das ciladas do inimigo,
Dá-nos a Tua paz, e evitaremos
Perigos e incertezas no caminho.

Dá-nos a Conhecer o amor do Pai,
E o coração de Cristo nos revela,
Espírito de ambos procedente.

Louvemos a Deus Pai e a Seu Filho,
Dêmos glória ao Espírito Paráclito
Agora e pelos séculos sem fim. Amen.

(Hino da Liturgia das horas)

sexta-feira, 22 de maio de 2009

DIMENSÕES DO ESPÍRITO SANTO


albanosousanogueira@sapo.pt

http://operfumededeus.blogspot.com/


O E.Santo é Aquele que age em nós, na Igreja e nos conduz a Deus. Vejamos a acção do E.Santo na nossa vida:
1- Santificador - Na vida cristã nada é santo sem a acção do E.Santo. Sem Ele nada é divino, sobrenatural, evangélico.
Jesus é chamado Santo porque é gerado pela acção do E.Santo. Maria é Santa porque é habitada plenamente pela graça divina, obra do E.Santo.
A nossa santificação, o nosso crescimento em santidade e virtude é trabalho, é obra do E.Santo em nós. É Ele quem nos faz crescer na perfeição, que nos vai fazendo ser parecidos com Jesus, que vai gerando Cristo em nós, cristificando-nos, ou ainda, divinizando-nos.
2- Purificador - Um dos símbolos dos E.Santo é o fogo do Pentecostes. Como sabemos o fogo purifica. Ora o cristão é um doente que precisa de ser curado. Em nós há trevas, pecado, marcas do pecado original e do pecado pessoal: orgulho, vaidade, amor próprio desordenado, ódio, impureza, soberba, avareza, sensualidade, etc.
O Espírito pode curar-nos, sarar-nos, purificar-nos, lavar-nos de todo o mal. A acção do E.Santo dentro de nós vai-nos lavando, libertando, tornando-nos, limpos, purificados.
O pecado escraviza, acorrenta e corrompe. O E.Santo pode fazer de nós pessoas novas, restauradas, com alma, coração, vida, purificados.
Mas o E. Santo só trabalha em nós se nós deixarmos, se quisermos, se nós colaborarmos. Se nós não colaborarmos e não quisermos o E.Santo nada faz. A liberdade do homem tem de colaborar com a iniciativa de Deus porque Deus não força a nossa liberdade. Ninguém progride na vida espiritual se não colaborar com a acção do E.Santo. O coração humano é como uma porta que só se abre por dentro...
Se formos como a argila, o barro, o papel, Deus trabalha-nos, molda-nos. Se formos como uma pedra, será muito difícil Deus trabalhar-nos.
3- Mestre de Oração - É o E.Santo que em nós reza. É Ele que nos faz chamar Pai. É Ele que nos dá o gosto pela oração, a alegria pela contemplação e meditação das verdades da fé. É Ele quem nos ensina a rezar e nos faz conhecer mais e melhor os mistérios divinos.
4- Hóspede divino - O E. Santo habita o cristão baptizado. Cada cristão é um consagrado porque o Espírito o ungiu, daí a necessidade de fazer uma liturgia interior, isto é, fazer do nosso ser, um santuário onde Deus habita e aí louvá-l' O, bendizê-l' O, adorá-l' O. Daí o respeito pelo nosso corpo e pelo corpo dos outros. Deus tem de ser não apenas hóspede, convidado, mas o dono da casa.
Para tal, temos de nos deixar conduzir pelo E.Santo. Deixá-lo agir, actuar, mandar em nós para podermos proclamar os louvores de Deus.
Deus mora em mim, mora nos outros, daqui o respeito sagrado que devemos ter por cada pessoa vendo nelas a presença de Deus.

5- Compreender a Palavra - Jesus disse aos Apóstolos que quando viesse o E.Santo os faria compreender os seus ensinamentos.
Por isso, ainda hoje, é o mesmo Espírito quem nos faz compreender a Palavra e os ensinamentos de Jesus.
Foi Ele quem inspirou os escritores sagrados a escrever a Bíblia e nos ajuda agora a perceber a Sagrada Escritura e a saborear as coisas divinas.
Sem o E.Santo, o Evangelho seria letra morta. Cristo pertenceria ao passado. mas no Espírito Cristo ressuscitado torna-se presente, o Evangelho faz-se poder e vida.
6- Força e sabedoria para Anunciar o Reino - Depois do Pentecostes, Pedro e os Apóstolos perderam o medo e saíram de casa, começando a pregar o Reino de Deus e tudo o que tinha acontecido a Jesus morto e ressuscitado.
É o E.Santo quem age no coração do ouvinte e o abre à Palavra escutada. A adesão pela fé aos mistérios pregados é obra do E.Santo que toca levemente os corações e os abre à Palavra salvadora.
Um pregador pouco faz sozinho. Ele semeia a palavra de Deus, mas quem a faz frutificar na vida de cada um é o E.Santo.
Só o E.Santo converte, só Ele dá fé e abre os corações. Sem Ele tudo fica oculto.
O E.Santo faz com que a Igreja seja missionária e vá pelo mundo pregar Jesus salvador.
7- Gerar Cristo - Jesus é gerado pelo poder do E.Santo no seio da Virgem Maria. Esta acção no coração do Cristão e na comunidade continua a ser feita por Ele. Gerar, isto é, fazer nascer, crescer em nós os sentimentos, os gostos, a vontade de Cristo.
Levar o cristão a pensar como Jesus Cristo: amar, sentir, pensar, agir, sorrir, sofrer, rezar, trabalhar com Jesus. Ter os mesmos sentimentos, as mesmas atitudes, o mesmo coração.
8- Agente nos sacramentos - Os sacramentos são acção e obra de Cristo e do Espírito Santo. É o E.Santo quem dá eficácia, força aos sacramentos.
No baptismo gera filhos de Deus; une no matrimónio os esposos; converte no altar o pão e o vinho no corpo e sangue de Jesus; perdoa na confissão; consagra os jovens na Ordem
Os sacramentos são como que canais da graça e são obra do E.Santo.
Quanto mais abertos ao Espírito, mais os sacramentos são eficazes em nós.
9- Fogo e água - Fogo e água são dois grandes símbolos do E.Santo, além da pomba que apareceu no Baptismo de Jesus.
O fogo foi a maneira do E.Santo se manifestar no Pentecostes. Fogo que ilumina, aquece, queima, purifica, mas sem destruir. É essa acção do E.Santo em nós.
Água divina que Jesus falou antes da paixão. Água que prometeu à Samaritana; água que brota daqueles que acreditam.
Água que lava, purifica, dá fertilidade natural e sobrenatural; que mata a sede de paz, de alegria interior, de felicidade.Água que faz gerar filhos para a vida divina.

A pomba também um símbolo do Espírito Santo - Símbolo de paz, de mansidão, de amor.


sábado, 16 de maio de 2009

IMAGENS DE DEUS (II)

2. O DEUS FRACO QUE PRECISA DE SER DEFENDIDO

albanosousanogueira@sapo.pt
http://operfumededeus.blogspot.com

Às vezes Deus aparece-nos sem força, sem poder e então nós sentimos necessidade de defender Deus contra os que estão fora da Igreja.
Porém, nós sabemos que neste mundo, a fraqueza de Deus é a sua força e que a loucura de Deus neste mundo é a sua sabedoria.
Deus parece que nunca intervém no mundo, que se ausentou, foi viajar, nos deixou sozinhos. Então, nós sentimo-nos na obrigação de defender o Deus que parece ausente.
Deus não precisa de ser defendido por nós. Quando o fazemos podemos correr o risco de nos estarmos a defender a nós mesmos.
Isto acontece quando nós criticamos alguma pessoa por não rezar, por não praticar a sua religião, criticamos a sua falta de fé, vemos esse defeito dos outros, mas não vemos que, se calhar, nós temos defeitos maiores, tal como o egoísmo e não o vemos.
Jesus disse-nos que Deus não precisa de ser defendido, mas sim a pessoa humana. Essa é que precisa de ser defendida. A verdadeira defesa de Deus é a defesa do homem, obra de Deus, dom de Deus, filho amado de Deus.
Em vez de nos preocuparmos em defender Deus contra os que não têm fé, nós devemos comportamo-nos como quem tem uma fé autêntica que renova e converte a pessoa. Devemos defender o mundo como mundo de Deus para que nele se desenvolva o Reino de Deus.


3. IMPOR DEUS


Deus não é apenas uma Verdade, uma realidade exterior a nós. Deus é também acolhimento dessa Verdade e dessa realidade no nosso interior pela acção do Espírito Santo. Claro que Deus é maior do que nós, mas o E.Santo ajuda-nos a receber J.Cristo em nós como o Senhor crucificado e ressuscitado.
A verdade de Deus não se pode impor pela força, mas impõe-se por ela mesma. Deus é a Suprema Liberdade. Logo não se pode impor a liberdade tirando essa mesma liberdade.
É o Espírito Santo que trabalha o coração das pessoas para elas aceitarem Deus, saborearem a verdade de Deus e o Seu Amor. Essa acção do E.Santo é um gozo consolador para que a aceita.
Então, o que é preciso é rezar ao E.Santo para que a verdade de Deus não fique reduzida a uma verdade exterior, mas seja aceite pela pessoa na liberdade, na livre aceitação de Verdade que é Deus.
Deus não se pode impor pela força. Deve-se ensinar a verdade, a doutrina recta, mas respeitando a decisão de cada um. O crente é que deve sentir a responsabilidade de viver de tal modo a sua fé que ela seja um exemplo de paz, de bondade, de alegria, de amizade de forma a que outros tenham gosto em partilhar a sua fé.
É preciso pensar de forma correcta no sentido de se dar glória a Deus, mas também no sentido de ajudar as pessoas a viverem uma vida feliz ajudando-as nas nuas dificuldades.
Não basta o culto exterior a Deus, ou confessar o nome e a fé em Deus por palavras. É preciso viver Deus, acreditar em Deus e isso tem de levar ao compromisso com as outras pessoas, sobretudo os mais necessitados.

domingo, 10 de maio de 2009

IMAGENS DE DEUS (I)

1- ACREDITAR EM DEUS

A forma como nós acreditamos em Deus vai manifestar-se nos nossos comportamentos religiosos relativos a Deus. A imagem que temos de Deus vai concretizar-se em comportamentos.
Assim, cada um deve interrogar-se acerca da maneira como vive a sua fé em Deus, já que esse comportamento vai indicar a ideia que temos de Deus.
Jesus não fazia discursos sobre Deus. Há algumas passagens em que Jesus fala de Deus, mas isso é para justificar comportamentos.
Jesus não fazia discursos sobre Deus.
Jesus praticava Deus e invocava Deus.
O comportamento de Jesus foi sempre o de acreditar em Deus.
Diz o Concílio Vaticano II que nós, os crentes, temos culpas na falta de fé de muita gente hoje, porque temos apresentado uma falsa imagem de Deus, não a nível de ideias, de teorias, de ensinamentos; mas uma falsa ideia de Deus a nível de comportamentos: a nossa vida religiosa, moral e social.
Quando falamos de Deus a nossa linguagem é sempre imperfeita porque Deus é Santo, Deus ultrapassa tudo o que possamos dizer Dele. O que sabemos é que Deus é Misericórdia, Deus é Alguém que se aproxima de nós e nos envolve com o seu amor paterno e materno.
Nós falamos muito de Deus, falamos muito para Deus. Porém, é muito importante deixar Deus falar, escutar Deus, fazer silêncio exterior e interior.
Deus é Alguém em quem se deve acreditar. Não se pode compreender Deus, mas pode-se confiar, amar, adorar, louvar.


Imagens falsas de Deus

O Deus que mete medo
Jesus Cristo libertou-nos desta falsa imagem do Deus que mete medo. Não podemos ter medo de Deus. Deus é purificador, é exigente, mas trata-se de uma exigência libertadora.
Há muitos católicos que têm medo do "castigo de Deus". Olham para Deus como se Ele fosse um polícia disposto a dar cacetada à primeira infracção.
As dificuldades, a dureza, o sofrimento, as doenças da vida não são castigos de Deus. Há gente que pratica a religião por medo: vai à missa por medo, pois se não for, pode ser castigado. Há gente que tem sempre as contas acertadas, cumpre os seus deveres com Deus por medo do inferno. A fidelidade a Deus não pode vir do medo. Este é um comportamento infantil. As crianças agem muito por causa do medo de serem castigadas. Nós temos de ser adultos na fé. Temos de praticar a religião por amor, cumprir os deveres religiosos por amor a Deus, não por medo de Deus.
Nestes tempos há seitas que falam no fim do mundo e procuram explorar o medo das pessoas. Não podemos dar importância a essas vozes.
Deus concedeu-nos a liberdade para a usarmos bem. Nós não somos donos absolutos da nossa vida, nem das coisas. Somos administradores, responsáveis pela vida, pelas coisas e devemos saber usá-las bem, sabendo que Deus nos acompanha com a sua força para sabermos viver bem os acontecimentos e transformá-los em momentos de crescimento e de santificação.
Um dia teremos de dar contas a Deus, mas isso não nos deve meter medo. Devemos usar bem a nossa liberdade porque é assim que seremos felizes neste mundo e no mundo que há-de vir.
Deus que é amor não pode meter medo. Quem nos ama infinitamente, não pode meter medo...
O Amor que é Deus atrai, seduz, acarinha, abraça.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

SEMANA DA VIDA

10 a 17 DE MAIO

Desde 1994 a Conferência Episcopal Portuguesa organiza a Semana da Vida para se meditar sobre o valor e a inviolabilidade da vida humana, ao propor uma celebração que tenha por objectivo «suscitar nas consciências, nas famílias, na Igreja e na sociedade, o reconhecimento do sentido e valor da vida humana em todos os seus momentos e condições, concentrando a atenção de modo especial na gravidade do aborto e da eutanásia, sem contudo menosprezar os outros momentos e aspectos da vida…» (EV 85).

Tema: VIDA COM VALORES, FORMAÇÃO NA FAMÍLIA.
A defesa da vida é fundamental, num tempo em que os valores éticos são cada vez mais abandonados pelas pessoas que se dizem cristãs católicas.

1. Toda a pessoa abriga no seu íntimo um SIM à vida. A vida é valor inviolável em todos os momentos e condições. Todos deviam defender a vida.

2. Encontramo-nos, este ano, num novo contexto social. Mas a família deve ser sempre formadora dos valores humanos e cristãos.

3. Família, escola única de humanidade e de vida cristã para todos os seus membros, com benefícios para todos: pessoas, sociedade e Igreja Católica.
A família deve ser um evangelho vivo para todos lerem: vivendo a confiança, a obediência filial a Deus, a fidelidade e o acolhimento generoso dos filhos, o cuidado pelos mais frágeis e a prontidão em perdoar.

4. Pessoa e família, duas realidades inseparáveis
A defesa da vida está intimamente ligada à defesa da família. Tal como a vida está desvalorizada, depreciada e atacada, assim a família.
Defender e apoiar a família a fim de que as pessoas sejam livres e ricas de valores humanos e evangélicos é o caminho mais directo e eficaz para garantir a dignificação da vida.
A fé, a confiança em Deus, a escuta da Palavra de Deus são ajudas para a família saber responder aos desafios que hoje se colocam na defesa da vida.

5. Criados para a comunhão, à imagem de Deus revelado em Jesus Cristo
Jesus corrigiu o descaminho do divórcio dizendo: “Não separa o homem o que Deus uniu” (Mt19,6) e apontou para a verdade da pessoa humana: “Deus criou o ser humano à sua imagem e semelhança… Ele os criou homem e mulher”.
Deus uno e único, é uma família de 3 pessoas divinas.
O Eu (Pai), o Tu (Filho) dão o nós (Espírito Santo).
A família é uma comunidade de pessoas que comunicam entre si, fazendo de todos um dom para os outros: o cônjuge um para o outro e os pais para os filhos e os filhos para os pais.
O contrário desta doação, é o egoísmo e o narcisismo.

5.1. Dois modos de exprimir e viver o mistério da aliança de Deus com o seu povo: matrimónio e celibato.
O matrimónio é um sinal de amor fiel de Deus com o seu povo. O amor total e fiel entre os cônjuges é uma imagem do amor de Deus pelo povo eleito. Mas não é só no matrimónio que esta aliança se dá.
A virgindade e o celibato também são propostos por Jesus, por amor do Reino dos céus.
No tempo de Jesus não se valorizava o celibato, por isso, com Jesus esta opção ganha um valor muito nobre.

5.2. Jamais dispensados de amar.
Toda a pessoa é chamada a viver em comunhão com Deus, seja no matrimónio, seja na vida celibatária de consagração.
Além deste amor a Deus, Jesus pede e exige também o amor ao próximo com inseparável do amor a Deus.
Jesus tornou-se um modelo de amor a Deus e ao próximo seja na família de Nazaré, seja na vida social, política, económica, religiosa.

6. Na família, o homem pode nascer com dignidade, crescer e desenvolver-se.
A famíli é uma verdadeira escola de humanidade e de valores perenes.
Ninguém se deu a vida a si mesmo. Recebemos de outros a vida, que se desenvolve e amadurece com as verdades e os valores que aprendemos no relacionamento e na comunhão com os demais.
A família, fundada no matrimónio indissolúvel entre um homem e uma mulher é o âmbito onde as pessoas podem nascer com dignidade, crescer e desenvolver-se de maneira integral.
A verdadeira liberdade da pessoa criada à imagem e semelhança de Deus implica responsabilidade, optando sempre pelo bem verdadeiro, a fim de se transformar em amor, em dom de si mesmo.
É no lar que se aprende a viver verdadeiramente, a valorizar a vida e a saúde; a liberdade e a paz; a justiça e a verdade; o trabalho, a concórdia e o respeito.
É na família que se aprende a agir bem e a cair na conta do Belo, do Verdadeiro, do Bom, do Justo.

sábado, 2 de maio de 2009

PASSEIO DA CATEQUESE


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O dia 1 de Maio de 2009, vai ficar na memória de muitas crianças, adolescentes e jovens de Fornelos, Aboim, Lagoa e Pedraído – Fafe- Portugal pelo passeio paroquial da catequese em que participaram cerca de 80 crianças, mais de 20 catequistas e 70 adultos, enchendo 3 autocarros, num lindo dia de sol.
Realizámos uma visita ao Seminário Conciliar de S. Pedro e S. Paulo de Braga inserido na semana das vocações e no Ano Paulino que estamos a viver.
Dentro do Seminário escutamos textos das cartas de S. Paulo, vimos uma DVD sobre a vida do Apóstolo, visitamos o edifício do Seminário onde existem ruínas de uma casa romanas do tempo de S. Paulo, rezámos, cantámos, meditámos sobre a vocação consagrada, vimos uma exposição da pintora Ilda David acerca da vida de S. Paulo com os quadros a serem muito bem explicados pelos teólogos presentes.
Foram cerca de 3 horas de muita profundidade, muita cultura religiosa, muita mensagem e oração orientada pelo Sr. Reitor Cónego Victor Novais.

Ainda tivemos tempo de ver a Sé Catedral, que fica mesmo à beira do Seminário. A Sé Catedral que é a igreja Mãe, a sede do senhor Arcebispo Primaz, que, neste momento, se chama D. Jorge Ferreira da Costa Ortiga. Sé Catedral que começou a ser construída há mais de 900 anos.
Depois fomos até ao lugar do Sameiro onde almoçámos e visitámos o grande Santuário e a Cripta do Sameiro dedicados a Nossa Senhora. Subimos ao zimbório que tem muitas dezenas de escadas de onde se podia avistar um pouco algumas zonas de Fafe.
Para terminar em beleza, fomos até ao Bom Jesus do Monte onde havia cavalos para passear, barcos para remar no lago, Igreja do Bom Jesus Crucificado, peixes nos diversos lagos, parque infantil com muitos divertimentos para a pequenada e muitos gelados para saborear…
Vi a alegria e a satisfação de grandes e pequenos por este passeio da catequese paroquial que terminou pelas 19h30 em que chegámos a casa e no fim do dia pude rezar, depois de ainda ter celebrado a Eucaristia e presidido ao Mês de Maria com o terço, reflexões e cânticos:
“Obrigado Senhor, por todo este dia. Pela sementeira da Tua Palavra no coração destas pessoas que este dia proporcionou. Que ela produza frutos de um amor cada maior a Ti, Jesus e à Igreja. Muito obrigado Senhor pela Tua grande bondade que tens para connosco. Muito obrigado, Senhor pelo teu grande amor”.

P. Albano Nogueira