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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

SAGRADA FAMÍLIA


Festa da Sagrada Família:
A Família deve ser Sagrada.
Família: um Homem, uma Mulher com ou sem e filhos.
A melhor forma de uma mãe amar os seus filhos é amar o seu marido.
A melhor forma de um pai amar os seus filhos é amar a sua esposa.
Os filhos aprendem mais com aquilo que vêem do que com aquilo que ouvem.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

 
 
ANO DA FÉ.
 
Todo o cristão tem este dever: anunciar Jesus Cristo. Anunciar em palavras e em obras.
 Mas só se pode falar de quem se conhece, de quem se tem alguma experiência.
É na oração profunda, silenciosa, muitas vezes a sós, na solidão, no silêncio que experimentamos Jesus Cristo.
É aí que O podfemos conhecer, amar e seguir.
Conhecemos Jesus Cristo, o Nosso Salvador lendo a Bíblia.
Conhecermos Jesus Cristo participando na vida religiosa da comunidade (paroquial ou não).
 
A grande falha dos cristãos, especilamente d emuitos católicos é a falta de oração pessoal como encontro com Jesus Cristo, com Deus Pai, com o Espírito Santo.
E tu meu irmão e minha irmã:
Já encontraste Jesus Cristo alguma vez?
Se já O encontraste, então, não te cales, anuncia-O com palavras, mas também com obras de acordo com a fé que professas.

sábado, 22 de dezembro de 2012

LUZES DE NATAL


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albanonogueira2012@sapo.pt

 LUZES DE NATAL

 Por que as luzes de Natal piscam?
Estamos nos aproximando do Natal.
Já começam a aparecer nas casas, varandas e ruas as árvores de Natal; umas grandes, outras menores, umas sofisticadas, outras simples, mas todas lindas e reluzentes.
As luzes da árvore de Natal sempre me fascinaram. Quando era criança, ficava pensando: por que elas piscam?
Uma vez, eu vi uma verdinha muito bonita e quis apertá-la para ver se ficava só acesa.
Coisa de criança! Ela queimou-se e nunca mais acendeu. Eu fiz de tudo para que ela acendesse de novo, mas, teimosa e pirracenta, nem deu bola.
Fiquei com muita pena. Olhei para ela apagada, com remorso.
Remorso é uma dor que fica lá no cantinho da consciência da gente depois de ter feito alguma coisa errada.
O remorso é teimoso e pirracento igual à luzinha que queimou.
Ele se instala dentro da gente e fica lá remoendo.
Ele só não gosta é do perdão. Quando o perdão chega, o remorso vai embora. Então nossos olhinhos piscam felizes iguais às luzinhas de Natal.
Acho que é por esse motivo que eu gosto delas. Elas me fazem lembrar o perdão.
Quando a gente perdoa, tudo muda.
Seja quando a gente perdoa alguém, seja quando a gente se perdoa.
Engraçado, tem pessoas que conseguem perdoar os outros, mas não conseguem perdoar a si mesmas. Então, ficam sofrendo. E o remorso fica lá no cantinho, machucando, tirando a alegria.
Acho que é por isso que as luzinhas piscam no Natal, para nos alertar que é tempo de perdoar, de jogar fora a mágoa, o rancor, o ódio...
É tempo de desinstalar o remorso. As luzinhas trabalham nos alertando e não cobram nada. Elas se acendem e apagam generosamente.
É a forma que elas têm de se doar.
E são felizes!
Nesse Natal, quando você montar sua árvore ou quando você encontrar alguma com as luzes piscando, siga o conselho: perdoe alguém e se doe a alguém. Você verá como as luzinhas ficam alegres e brilham com mais intensidade, com mais beleza ainda. Não perca tempo, faça uma luzinha brilhar neste Natal!
 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

A PALAVRA QUE LEVA AO SILÊNCIO


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Aprendendo a estar silenciosos

Para rezar de forma profunda (diferente da forma superficial…) é preciso fazer silêncio.
Silêncio em que poucas palavras bastam para rezarmos.
Para entramos em comunhão profunda com Deus, chega o momento em que as palavras estão a mais.
Temos em nós a Palavra de Deus e isso nos basta.

Não podemos apreender e sentir Deus pelo pensamento. Temos de sentir e apreender Deus pelo coração, pelo silêncio orante.

Um silêncio em que não é tanto para dizermos palavras a Deus, mas para escutarmos, para nos concentrarmos, para esperarmos.

Sabemos que Deus está intimamente connosco e devemos apreciar essa maravilha no silêncio do encontro do meu coração com o coração de Deus, como dois apaixonados que a certa altura, não precisam de falar, basta a presença e a intimidade.

Esta consciência da presença íntima de Deus é pouco familiar aos cristãos ocidentais. Poucos a têm.

Exige estar sentado, em silêncio, concentração, fechar os olhos. Respirar fundo. Coluna direita, posição vertical…

Alcançar a harmonia do corpo, mente e do espírito. Ter em nós a paz de Deus que ultrapassa todo o entendimento.

Uma forma de orara assim el silêncio é recorrer a um pequeno verso e repeti-lo várias vezes.

sábado, 15 de dezembro de 2012

ESPÍRITO DE NATAL

 
 
    Meu irmão, minha irmã.
    Muita gente, este ano, vai ter menos bens materiais; menos dinheiro para comprar prendas.
    Mas não esqueças que há pessoas que nunca têm dinheiro, nunca têm prendas...
    Pessoas de todas as idades que não sabem o que é o Natal, ou porque não conhecem Jesus Cristo, pois nunca ninhuém lhes falou e são não-cristãos, ou porque vivem em países de muita pobreza.
    Por isso, neste Natal de 2012, pensa nos que passam mesmo fome e não te queixes tanto se este ano tiveres menos bens materiais.
    Aproveita para purificares a tua ideia de Natal, aproveita para perceberes o espírito de Natal que não é um velhote que traz prendas, mas acolher um Menino que nos é dado- Jesus Cristo.
    Jesus, nascido em Belém da Judeia (Israel/Palestina) é que é a verdadeira prenda que Deus tem para nos dar.
    O verdadeiro espírito de Natal não custa dinheiro: é acolher Jesus que vem ao meu e ao teu coração para nos fazer felizes, como Deus quer e acolher os outros, especialmente, os que mais sofrem.
   Natal é paz, é alegria, é música, é felicidade;
   Natal é viver numa família em paz e em harmonia na partilha, no diálogo, no respeito, na colaboração, na ajuda.
    Natal é repartir com os que têm pouco ou nada.
    Há uma fundação que podes conhecer pela internet ou em jornais, revistas: AIS= Ajuda à Igreja que sofre.
    Essa Fundação ajuda cristãos em muitos países.
    Informa-te e colabora.
    Obrigado.
    Que Deus te ajude e abençoe.
 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

PENSAMENTOS DE AUGUSTO CUTY

 
 
Pensamentos de Augusto Cury
 
- Saber colocar-se no lugar dos outros.
- Certos doentes têm de reaprender a viver.
- Ser gentil, solidário, altruísta (querer o bem dos outros).
- Saber elogiar os outros.
- Ter um sorriso no rosto.
- Ter uma auto estima elevada.
- Entrar em contacto com a própria realidade.
- A sociedade moderna é rica em bens materiais, mas empobreceu a nível espiritual, perdeu a amabilidade e a afabilidade. Há muita cultura escolar, muito dinheiro, mas perdeu-se o poder da gentileza e do elogio.
- Ter inteligência e humor.
- Temos monstros dentro de nós que nos perturbam. Monstro da culpabilidade doentia. Seja livre. Combata os monstros dentro de si mesmo.
- Perder a identidade de ser humano e interiorizar que são doentes.
- Mundo ilógico da emoção, da sensibilidade, da flexibilidade, do diálogo, do perdão.
- A rejeição e a solidão são mais penetrantes do que a luz.
- Condições deprimentes, falta de esperança, angústia que as alucinações e delírios causam.
- Medo de enfrentar a incapacidade face a um mundo que não conheciam. Medo do desconhecido.
- Não rotular as pessoas, mas entrar no seu mundo ainda que seja mundo de loucura…

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

O QUE É O PECADO?


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O que é o pecado?
      Deixas cair um prato no chão e ele parte-se; vais ter de ir pedir desculpa à tua mãe. Será isso um pecado?
    É claro que não. Foi um descuido. Não o fizeste de propósito. E se, por estares furioso(a), agarrares num prato e o atirares ao chão? Será um pecado? É, antes de mais, uma má acção.
     Se compreenderes que agiste mal e pedires desculpa, não dirás «cometi um pecado», mas «portei-me mal».
A palavra «pecado» diz respeito à religião. Utilizamo-la quando tomamos consciência de que o mal que fazemos fere a nossa amizade com Deus.
O pecado, diz a Bíblia, é uma «ruptura da aliança». O crente sente por vezes muito bem que já não está em sintonia com Deus, que deixou de viver segundo a sua lei de amor.
Compreende então que chegou a altura de voltar para Ele. «Levantar-me-ei e irei ter com o meu pai», disse o filho pródigo da parábola enquanto guardava os porcos (Lucas 15, 18).
O pecado é precisamente um ato que cometes e que desfigura em ti a imagem de Deus.
Deixas de te parecer com Ele. Passa a haver uma distância entre ti e o Deus que te ama. E é quando compreendes que Ele te perdoa que percebes até que ponto esse pecado te afastou d’Ele.
Portanto, o pecado é a falta de amor a Deus, falta de amor aos outros e falta de amor a ti mesmo(a).
Só quem acredita em Deus é que pode ter (ou não) a noção de pecado como um afastamento em relação a Deus.
O pecado separa a pessoa de Deus (muito ou pouco), separa-a dos outros (muito ou pouco) e separa-te de ti mesmo, divide-te dentro de ti mesmo.
Por isso, é que há graus de pecados: leve ou venial, pecado grave e pecado mortal... Chama-se "mortal" porque mata, corta a relação da pessoa com Deus. Mas essa relação pode ser reatada pelo arrependimento, pelo sacramento da Confissão (penitência ou reconciliação), pela mudança de vida.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

A CADEIRA

 
A cadeira
 O sacerdote foi chamado para orar por um homem muito enfermo. Quando o sacerdote entrou no quarto, encontrou o pobre homem na cama com a cabeça apoiada num par de almofadas.
     Havia uma cadeira ao lado da cama, facto que levou o sacerdote a pensar que o homem estava aguardando a sua chegada.
- Suponho que estava me esperando?
- Disse o sacerdote.
- Não, quem é você? – respondeu o homem enfermo.
- Sou o sacerdote que a sua filha chamou para orar por você; quando entrei e vi a cadeira vazia ao lado da sua cama, imaginei que você soubesse que eu viria visitá-lo.
- Ah sim, a cadeira! Entre e feche a porta.
Então o homem enfermo lhe disse:
- Nunca contei para ninguém, mas passei toda a minha vida sem ter aprendido a orar. Não sabia direito como se deve orar. E nunca dei muita importância para a oração. Pensava que Deus estava muito distante de mim.
    Assim sendo, há muito tempo abandonei por completo a ideia de falar com Deus.
Até que um dia um amigo me disse:
"José, orar é muito simples. Orar é conversar com Jesus, e isto eu sugiro que você nunca deixe de fazer… você se senta numa cadeira e coloca outra cadeira vazia na sua frente. Em seguida, com muita fé, você imagina que Jesus está sentado ali, bem diante de você”.
Afinal Jesus mesmo disse:
- “Eu estarei sempre com vocês”.
- Portanto, você pode falar com Ele e escutá-lo, da mesma maneira como está fazendo comigo agora.
- Pois assim eu procedi e me adaptei à ideia. Desde então, tenho conversado com Jesus durante umas duas horas diárias. Tenho sempre muito cuidado para que a minha filha não me veja… pois me internaria num manicómio imediatamente.
O sacerdote sentiu uma grande emoção ao ouvir aquilo, e disse a José que era muito bom o que estava fazendo e que não deixasse nunca de fazê-lo.
Em seguida orou com ele e foi embora.
Dois dias mais tarde, a filha de José comunicou ao sacerdote que seu pai havia falecido.
O sacerdote então perguntou:
- Ele faleceu em paz?
- Sim, quando eu estava me preparando para sair, ele me chamou ao seu quarto.
Ele disse que me amava muito e me deu um beijo.
Quando eu voltei das compras, uma hora mais tarde, já o encontrei morto.
Porém há algo de estranho em relação à sua morte, pois aparentemente, antes de morrer, chegou perto da cadeira que estava ao lado da cama e encostou a cabeça nela.
Foi assim que eu o encontrei.
Porque será isto? – perguntou a filha.
O sacerdote profundamente emocionado, enxugou as lágrimas e respondeu:
- Ele partiu nos braços do seu melhor amigo…
Nota- É curioso como podemos enviar contos e brincadeiras através de e-mails os quais se desfazem como poeira; porém quando se trata de mensagens de Deus, pensamos duas vezes antes de compartilhá-los com os outros.
É estranho como a luxúria nua e crua, vulgar e obscena, viaja livremente através do ciberespaço, porém quando se trata das palavras de Jesus, ela é suprimida das escolas e dos locais de trabalho.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

PENSAMENTOS DE AUG CURY

 
AUGUSTO CURY, A saga de um pensador, ed pergaminho, 2011.
 
        Pensamentos, soltos
 
- Psicose= loucura
    - Saber rir de si mesmo.
    - Tem necessidades que não são necessárias?
    - Sofre quando alguém o critica?
    - Preocupa-se com a opinião dos outros?
    - O mundo em que você vive é um teatro?
    As pessoas representam?
    - Não sou tão livre como imaginava.
    - Hoje valoriza-se a técnica e pouco a sabedoria.
    - Se você não brincar com a vida, a vida zanga-se consigo
    - No mundo os mais fracos servem os mais fortes.
        No reino de Deus, os mais fortes é que servem os mais fracos.
    -Os antidepressivos tratam a dor da depressão, mas não curam o sentimento de culpa, nem tratam a angústia da solidão.
    - Ter sede de compreensão e de interiorização.
    - Certos doentes, se tivessem sido abraçados, ouvidos, amparados, talvez tivessem suportado o seu caos.
    - Semear sonhos numa sociedade que perdeu a capacidade de sonhar.
    - Vendedor de sonhos.
    -Distinguir a realidade da fantasia.
    - Os nossos piores inimigos estão dentro de nós, na nossa mente e no nosso coração.
       Esses é que assustam e põem doentes.
    - Os fracos usam a armas, os fortes, usam as ideias.
    - A vida é um grande ponto de interrogação. Cada ser humano é uma pergunta em busca de uma grande resposta.
     - Chamar o outro pelo nome de forma efusiva, alegre. Abraçar, elogiar.
   - Tirar prazer das pequenas coisas.
 
              (continua)

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

DEUS E O SOFRIMENTO

 
 
Se Deus é amor, como nos ensinaram, porque é que há sofrimento?
    Há perguntas para as quais é difícil encontrar uma resposta satisfatória.
    E esta é uma delas. Contudo, à luz do Evangelho, é possível por de parte as más explicações. Em primeiro lugar, o sofrimento não é um castigo de Deus. «[…] quem pecou, ele ou os seus pais?», perguntaram os Apóstolos a Jesus a propósito de um cego de nascença (João 9, 1). Jesus preferiu responder dizendo que o amor de Deus se manifestaria ao cego.
    Em segundo lugar, o sofrimento não é a prova de que o Mundo foi mal feito e Deus estragou a sua obra, porque a última palavra ainda não foi dita.
     Em terceiro lugar, Deus não quer o sofrimento, e é o primeiro a sofrer com isso; e, quando Se fez homem, não Se afastou dele: Jesus morreu numa cruz.
    Quando sofremos, Deus está, portanto, ao nosso lado.
Por isso, mais vale dizer que é provável que nunca venhamos a encontrar uma resposta satisfatória para esta pergunta que não seja a atitude seguinte: abrir o coração para consolar aqueles que sofrem e arregaçar as mangas para diminuir as causas do sofrimento. Não é isso o que todo o Evangelho diz que fez Jesus?
Uma coisa é certa, para o crente: quando ele luta contra o sofrimento, não luta contra Deus, mas com Ele. E uma das últimas páginas da Bíblia convida-nos à esperança: «Ele enxugará as lágrimas dos seus olhos; não haverá mais morte» (Apocalipse 21, 4).

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

DEUS CRIADOR DA VIDA



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Do Humano ao Divino: Deus da vida, Criador

 
   1. A origem histórica

Cada pessoa é gerada, criado pelos pais.
Temos a mesma natureza dos mesmos pais.
Mas indo para trás perguntamos quem foi o primeiro Homem na terra?

Como apareceu o primeiro Homem?

Viemos dos irracionais: primatas (macacos)?

E os irracionais, como surgiram?

E os anteriores como surgiram?

Como apareceu a vida na Terra?

A origem do mundo, do universo e da vida, não se deu por geração, mas por criação.

A vida e o universo não têm em si a razão suficiente para existir. Não existem por si mesmos.

Na origem de tudo há a decisão livre e poderosa de Deus Criador desses seres finitos e activos.

Assim nós temos uma dupla origem: a origem longínqua de tudo é a criação de Deus. A origem próxima dos seres é a geração (vida gera vida).

Ser criado é ser dependente do Criador.

É ser criatura, dependente do Criador.

Ser gerado, é Ser Filho, é ser igual aos pais. A quem nos transmitiu a vida, chamamos pais. Deles dependemos para nascer e para crescer. Até um dia nos tornarmos autónomos dos pais na idade adulta.

Os pais cumprem a missão na educação. O que está na origem última da nossa existência recebe o nome de CRIADOR. Somos criaturas e Deus é o nosso criador.
    Mas uma vez criados, os seres tornam-se autónomos. Não precisam de Deus para agir. Precisamos de Deus para sermos, para existirmos.
    Nós respondemos pelo nosso agir, mas não respondemos pelo nosso ser.
O ser vem dos pais e de Deus. Saber que fomos criados por Deus não diminui o afecto, mas aumenta-o.
Somos livres de amar a Deus ou rejeitar o seu amor.
    Mas a Criação não aconteceu só nas origens.

A criação é uma obra continuada de Deus.

É a Providência divina que cuida de mim a cada momento. Deus está-me a criar constantemente.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

BONS CONSELHOS

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                           BONS CONSELHOS

1-Os grandes amores e enganos comportam um grande risco

2-Se perderes, não percas a lição.

3-Aplica a regra dos “3 erres”:

- Respeita-te a ti mesmo.

- Respeita os outros.

- Responsabiliza-te pelas tuas ações.

 4-Recorda que, às vezes, não conseguir o que queres é um maravilhoso golpe de sorte.

5-Aprende as regras para que saibas usá-las quando convenha.

6-Não permitas que uma pequena discussão afete uma grande relação.

7-Quando descobrires que cometeste um erro, toma imediatamente as medidas necessárias para corrigi-lo.

8-Passa algum tempo sozinho todos os dias.

9-Abre os teus braços à mudança, mas não abandones os teus valores.

10-Recorda que, às vezes, o silêncio é a melhor resposta.

11-Vive uma vida honrada.

12-Depois, quando fores mais velho e olhares para trás, serás capaz de desfrutá-lo de novo.

13-Um ambiente de amor no teu lar, será a base para a tua vida.

14-Quando não estiveres de acordo com os teus seres queridos, preocupa-te unicamente com a situação atual. Não faças referências a anteriores disputas.

15-Compartilha os teus conhecimentos. É a forma de conseguires a imortalidade.

16-Sê bom para com a Mãe Terra.

17-Uma vez por ano, visita um lugar a que nunca tenhas ido antes.

18-Recorda que a melhor relação é aquela em que o amor mútuo é maior do que a necessidade mútua.

19-Julga o teu êxito em função do que ou a que renunciaste para o conseguir.

20-Ama e trabalha com absoluto empenho.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

ANO DA FÉ E ORAÇÃO


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A ORAÇÃO COMUNITÁRIA

A fé cristã, não é apenas um acreditar em ideias, em doutrinas. A fé cristã é um relacionamento pessoal com cada uma das pessoas divinas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Cristo é o nosso Salvador e Libertador.
 
Por isso, se quisermos ser salvos, temos de conhecer,
 
amar, seguir e imitar a Jesus Cristo, o Homem Novo,
 
obediente a Deus.

A fé de muitos cristãos é uma realidade estática, parada,
 
inerte, sem vida, sem convicção, sem efeitos práticos.

É como uma semente guardada que nunca é lançada à
 
terra para produzir frutos.

A fé cristã deve ser uma realidade dinâmica, ativa que
 
transforma a vida da pessoa no sentido de uma maior
 
vida espiritual, mais vida interior, mais vida
 
sobrenatural, mais vida de oração, mais vida
 
sacramental, dando bons frutos que são as boas obras.

A religião autêntica implica duas realidades: fé e obras.
 
Obras religiosas de oração, de devoção e obras de
 
caridade de fazer bem aos outros. Só inseridos numa
 
Comunidade é que vivemos a sério a nossa fé.

Na Comunidade paroquial, a nossa fé manifesta-se na
 
oração e a prática religiosa torna-se mais fervorosa.

É preciso rezar com fervor, com ardor, com intensidade,
 
com paixão, com amor.

Precisamos de aprender a louvar, a bendizer e a agradecer a Deus por tudo.
 
Precisamos de nos esquecermos de nós na oração e nos concentrarmos só em Deus, pois tudo nos vem d’Ele.

Hoje muita gente não sabe louvar a Deus na sua oração.
 
Pede-se muito a Deus; agradece-se pouco, não se adora a
 
Deus e também não O louvamos.

Adorar a Deus que é Vida, Amor, Felicidade, Salvação.
 
Deus é DOM, DOAÇÃO, DÁDIVA.

Precisamos de conhecer melhor a pessoa de Jesus Cristo,
 
Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus.

Precisamos de saber apreciar mais e melhor a Eucaristia,
 
os Sacramentos e a vida da Igreja.

Cristo salva-nos, ajuda-nos, dá-se a conhecer servindo-se
 
da Igreja que é nossa Mãe e mestra.