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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

MISTÉRIO DE DEUS – 16

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A minha alma tem sede de Vós, meu Deus”- Salmo 62,2

A REVELAÇÃO DE DEUS

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Logo no primeiro versículo, a Bíblia fala de Deus (Gn 1,1).
De um extremo ao outro, a Bíblia apresenta-se como a revelação que Deus deu de Si mesmo, revelação sem a qual nós pouco saberíamos acerca d’ Ele.
Antes de se revelar pela palavra escrita, Deus manifestou-se pela obra da criação.
A criação mostra a glória, a bondade, o poder, a harmonia, a grandeza e a divindade do Criador.
Pelas coisas criadas podemos chegar a Deus e a dar-lhe glória e acção de graças.
O mesmo se pode dizer acerca da consciência.
Os homens possuem uma certa noção da vontade de Deus.
Existe um mínimo de moralidade na sociedade humana e que os magistrados sejam, a sua maneira, servidores de Deus.
Deus tomou a iniciativa para que o homem pudesse chegar a conhecê-lo.
Deus revelou-se, primeiramente, a Abraão, Isaac e Jacob, depois com a mediação dos profetas, desde Moisés até Malaquias.
Seus escritos são palavra de Deus, uma palavra viva.
A revelação culmina na encarnação, já prevista no AT.
A nossa fonte válida de informação acerca de Deus é a Bíblia.
Para que podamos chegar a beneficiar da revelação das Escrituras faz falta a acção interior do Espírito Santo.
Tendo em conta a nossa natureza pecadora, somos impermeáveis à verdade, mesmo quando nos é apresentada em todo o seu esplendor.
Há uma total incompatibilidade entre a maneira de pensar de Deus e dos homens.
É preciso que mediante o Espírito, o Pai nos ilumine com a verdade e nos disponha para a aceitar.
Esta revelação não comporta nenhuma imperfeição.
Pode admitir-se una certa graduação entre a palavra transmitida pelos profetas e a do Filho.
Mas como o próprio Filho pôs o Seu selo sem reservas de nenhuma espécie sobre os escritos do AT, nós devemos aceitar o A.T

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