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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

COMPORTAMENTO HUMANO

 
Comportamento instintivo
e comportamento racional
Os animais têm um comportamento instintivo.
O instinto é a tendência e a capacidade inata (nasce com a pessoa) de realizar um conjunto de actos dirigidos à satisfação de uma necessidade: comer, beber, dormir.
Subindo na escala animal, os instintos aumentam a sua plasticidade e alarga-se a margem da aprendizagem e de espontaneidade, as quais, no Homem, se tornaram predominantes.
Por analogia com os animais, continua a falar-se, no Homem, de instintos de conservação, gregário (viver em grupo), sexual, de reprodução, materno, paterno, de dominação, de criador.
No Homem, deveria falar-se mais de tendências ou necessidades, dado que, sem uma longa aprendizagem, essas capacidades inatas estão muito longe de poder guiar os homens, na sua vida individual e muito menos, na sua vida social.
Instinto sexual
   No caso da sexualidade, desde que um estímulo desencadeie uma reacção, esta vai repercutir-se ao nível do cérebro.
Os estímulos desencadeiam o desejo ou a procura de novos estímulos. O animal é guiado pelos instintos na satisfação das suas necessidades.
No Homem, tal não deveria acontecer. A pessoa deve controlar as suas necessidades pelo cérebro, pensando, mas também pelos ensinamentos morais que a religião ensina.
O Homem aproxima-se tanto mais dos animais quanto mais se deixa levas pelos instintos e menos pela razão, pelo cérebro.
Há situações em que o cérebro reduz a sua influência sobre o comportamento, por exemplo, se a pessoa tem sono, está possuída pelo álcool, pela droga. A própria excitação sexual reduz a influência do pensar, do cérebro.

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